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Lembrando

Posted in Uncategorized on 13 de agosto de 2014 by multicolorido

As vezes penso no seu  trabalho diário. Nas flores secas de outono caídas no chão, naquele clima  frio e seco.

O local sempre cheio de pessoas com fisionomias tristes. No frio, elas se agasalhavam ao nascer do sol, mas suas almas continuavam frias.

Ali estavam acompanhando seus parentes ou passando pelo pior estágio que a vida pode reservar: uma doença repentina.

Passavam sempre por mim no seu trabalho diário. Talvez alguém podia passar e deixar um sorriso disfarçado no ar, não para mim, mas por deixarem suas memórias serem mais fortes naquele momento de dor.

 

 

 

Sorriam para seus momentos de glória em meio ao caos que estavam vivendo. Pois haviam pessoas que deixavam exaltar-se pela alegria para combater a dor de frente, sem reservas.  Essas nem pareciam estar em um hospital, algumas delas pareciam nem sem impostar com a dor.

Entre outras haviam as crianças, essas sempre me chamaram a atenção.

Pois a doçura da infância impedia de tirar dos seus olhos a esperança de crescer, mesmo com a chegada de uma doença grave.

Entre os pacientes estavam os de branco. Eles passavam sempre rápido com alguma coisa nas mãos e sempre haviam que responder às solicitações dos pacientes ou acompanhantes. Apesar do trabalho duro, em sua maioria estavam com um sorriso no rosto, como se aquele fosse o melhor lugar onde poderiam estar para trabalhar.

E havia ela, que me puxava pelo braço e me levava aos cantos mais inusitados  daquele hospital: quartos dos pacientes, ala de crianças com câncer, fila de medicamentos, arquivos, e tantos outros. Ela sempre me apresentava com orgulho e as pessoas notavam nossa semelhança.

Mito da Dança

Posted in Uncategorized on 22 de junho de 2011 by multicolorido

Mito da dança
No princípio de tudo, havia um grande rio que fluía sobre toda a superfície da terra. E apenas o que a povoava eram três espíritos que dançavam sobre as águas cuja intimidade entre eles eram tão profunda que se fundiam e se tornavam um – Ashalan.

Não havia, sol e muito menos estações. A escuridão preenchia as águas e os ventos recortavam a profundidade do grande oceano.
Apesar de suas particularidades, os três espíritos habitavam o grande oceano num estado de prazer e inconcebível felicidade quando os movimentos de seus corpos transfigurados fluiam livremente pelas águas, ritmicamente e em harmonia com o ambiente. Até que os espíritos, sentiram falta de alguém a mais para projetarem e até mesmo compartilharem o fluxo de sentimentos liberados nos seus movimentos da dança.
Os espíritos então decidiram criar juntos um novo ambiente para habitarem suas novas criaturas, afim de dançarem juntos em meio a adoração rendida a eles. Foi ai que os deuses cobriram parte da superfície das águas com uma terra vermelha e fez gerar toda sorte de seres vivos para os adorarem.

Depois de criar o ambiente desejado, criou as autoridades e depois o homem. E os espíritos ordenaram ao homem: movimentem-se para nós, os espíritos do princípio. E o movimento do homem gerava o parto das demais criaturas. Cada movimento de dança liberado, era criado algo novo em seu ambiente. A habitação dos espíritos (Ashalan) passou a cobrir toda a terra, exceto ás criaturas, pois elas refletiam e carregavam a glória deles. Desta forma, separados os corpos das criaturas e das autoridades, eles podiam enfim dançarem juntos.

Os espíritos (Ashalan) e as autoridades então entravam em contato com os humanos quando eram solicitados ou convidados para participarem de suas festas. Quando isso ocorria, os humanos eram tomados pelos espíritos, oferecendo-lhes danças proféticas, embriagados pelo êxtase da dança.
Mas com o passar do tempo os homens percebam que eles não precisavam mais dos espíritos podendo realizar seus desejos sem a ajuda deles. A dança foi substituída, os ritmos, os sons. Alguns não sentiram a falta dos espíritos, outros adoeciam pela distancia deles. O tempo se passou até que eles se esqueceram das suas origens, e estabeleceram suas próprias leis.

Construíram suas cidades e habitações, seu mundo de acordo com seus desejos mais infames. Um terço das autoridades também já não estava satisfeitas pois eram pouco solicitadas pelos humanos, então guerrearam entre si para obter poder semelhante a Ashalan.

O mito da reconstrução, ou o círculo do mundo.

Posted in Uncategorized on 4 de maio de 2011 by multicolorido

Em um mundo destruído por uma guerra entre as autoridades maiores, Yeshurhá se veste com o que encontrou pela desolada e antiga cidade de Èsepê. E meio a ferrugens e destroços, encontra um pano que um dia foi branco e encobre seu corpo nu, com as marcas da guerra. A selvagem floresta de pedras tornou-se um grande túmulo onde os últimos sobreviventes enterravam seus familiares. Èsepê era uma pequena cidade se comparada ao mundo espiritual e grande se comparada às cidades de hoje, porém num mundo anterior ao nosso, de muitas formas semelhantes que deram a origem ao humano de hoje. Não havia nações diferentes, apenas cidade próximas da grande Èsepê.
A cidade era enorme – seu território alcançava aproximadamente 500 quilômetros quadrados de grandes construções humanas e rodeados por extensões verdes, rochedos, planícies e desertos, lugares desolados e de difícil acesso. Mas agora pouco se restou da grande cidade Èsepê, eram apenas destroços daquela história trágica. O único lugar que se manteve intacto foi no círculo da árvore da vida, que antes era como uma árvore comum, mas na cidade cinzenta tornou-se notável.
Dentre corpos espalhados, estava ela, Shuya, o primeiro e único amor de Yeshurhá, a quem decidiu fazer a promessa de permanecer vivo ao criar um pacto com as autoridades maiores, a quem detinha o poder de dar vida aos homens. As autoridades eram divindades quem foi dado poder por Ashalan (Rainha, mãe fundadora) de estabelecer governo sobre as cidades, de forma presente, porém notável apenas àqueles que possuíam dotes espirituais. Mesmo estes poucos humanos bem dotados, era difícil o acesso a este mundo invisível das autoridades. O que eles conseguiam alcançar com seus sonhos, visões e possessões, tornava uma pequena ou uma meia-verdade em distantes ecos da realidade espiritual. Por mais que estes bem dotados, espiritualmente falando, fossem ótimos profetas ou líderes espirituais, o que eles alcançavam era uma visão pequena e obscura da grande e profunda realidade do mundo espiritual das autoridades.
E lá estava ele, Yeshurhá, distante de ser um profeta, transvestido de arrependimento por não ter alcançado a graça dessas autoridades a fim de também de conceder a sua amada o fôlego da vida naquela sua nova jornada que ele mal sabia por onde começar. Entre os destroços, encontrava entes queridos e sua dor foi sufocante. Desejava ao menos ter alguém do seu lado para se enveredar pelas ruínas e encontrar um sentido para seu caminhar. Mal sabia ele que aqueles corpos eram meros detritos humanos cujo valor era pequeno em vista do seu inestimável homem interior, estes todos, que após a morte na guerra entre as autoridades, foram levados à mundos próximos destinados pelas escolhas pessoais terrestres.
Em Èsepê os sobreviventes eram por volta de míseros 7 em número total, apenas aqueles que antes da sua morte se lembraram das autoridades e clamaram pela continuidade da raça humana. Estes foram separados dos demais por uma escolha anterior de Ashalan e destinados a reconstrução do mundo novo.
Eles foram ouvidos para dar continuidade e reunidos em Èsepê pelas autoridades. Nenhum deles havia sido um líder espiritual, profeta, ou coisa parecida. Mas como todo humano, não poderia viver sem essa realidade invisível, por mais que nunca havia alcançado algo palpável dela, ao menos cognoscível. Então Ashalan se comoveu da falta de intimidade dos humanos para com as autoridades, mas principalmente a falta de intimidade com Ela. O mundo que Ela havia criado se tornou fruto da ganância de um terço das autoridades e havia se tornado desolado, pela guerra entre todas as autoridades. Os humanos então estavam tão distantes que mal conseguiam enxergar e entender as causas da desolação.
Yeshurhá era um deles, que antes tinha uma vida tranqüila, mas que agora havia de tornar-se um guerreiro para reconstruir sua vida nos destroços. Era um novo começar do terceiro Adão, que se estabeleceria em Èsepê com uma memória e resquícios do velho mundo. Mas Yeshurhá precisava ser reconstruído, afim de não apegar-se ao passado como escape de suas dores ou como prazeres menores em meio a luta, mas viver o presente com mais força e garra na reconstrução do seu “eu”. Era necessária uma seleção de fatos em sua memória que davam força, assim como a eliminação de fatos que o tornava um saudosista deprimido.
Na saga de Yeshurhá pela reconstrução de Èsepê, do seu “eu”, na luta pelo esquecimento de Shuya e de seus familiares enterrados por ele, continuava dia após dia caminhando pela cidade Èsepê. Em sua caminhada, Yeshurhá encontra com os outros 6 sobreviventes na árvore da vida, que por algum motivo foram atraídos até lá, como uma coincidência. O primeiro contato humano foi recebido com um misto de estranhamento e alívio. Mas logo foram surpreendidos pela descida triunfal de Ashalan, seu poder podia ser sentido nos mundos próximos. Aterrorizados, pensaram que seria fulminados pelos grandes olhos de fogo da grande-mãe. Então eles puderam ouvir sua voz como de muitas águas dizer: – “dancem pela reconstrução de Èsepê. Vocês são meus filhos amados a quem eu os destinei para gerarem uma nação, cuja lei desenharei em seus corações para fazermos juntos o novo mundo baseado na nossa intimidade”.
Yeshurhá, tímido e desengonçado, começou a movimentar-se em passos leves e sem ritmos. Mas aquela era sua dança para Ashalan, sem saber o que viria pela frente. Os outros seis também se movimentavam, alguns pareciam já ter uma relação íntima coma dança. Yeshurhá pôde ter então naquele momento, o êxtase e a alegria que nem mesmo antes da destruição de Èsepê ele experimentou. Suas lembranças foram se dissolvendo no prazer que o envolvia na dança, assim, tornava-se mais solto em seus movimentos e brotava em seu ser um desejo de se conhecer Ashalan e de se relacionar com Ela. Através de passos de samba, jazz, zouk, kuduro, entre outros, foram gerando juntos, os 7 humanos, Ashalan, e os dois terços que restaram das autoridades, o novo mundo. Por fim, os 7 humanos foram sacrificados, mortos pelo fogo consumidor de Ashalan afim de serem elevados a posição das autoridades. Ashalan assentou-os em sua mesa, ao lado de seu trono em seu tabernáculo, dando a eles uma vida de êxtase que nunca acaba. No novo mundo foi gerado também em meio a danças, o quarto Adão que habitava em redor da árvore da vida e conversava diariamente com Ashalan, os 7 humanos ascendidos e as autoridades.

A culpa (a caminho de casa)

Posted in Uncategorized on 13 de outubro de 2010 by multicolorido

Ela deixa sua casa como se abrisse mão do seu destino.

Carrega apenas  seus pertences  mais íntimos, pensando estar ao menos dessa vez  encarregada de ser mais simples.

Ela não sabe para onde vai e isso não a deixa preocupada pois já havia perdido o mais importante de sua vida e não hesitava em perder mais nada. E apesar de estar acostumada a sair assim, em busca de algo novo que a estimule a um delicado desfrutar da sua imaginação, ela saia de todo seu mundo habitual.

E enquanto a sabedoria clamava à esquina ela abandonava seus medos e se lançava no improvável.  Dessa vez era tudo diferente, sua vida de maneira forçada havia mudado e ela desejava não ser a mesma. 

Estava encontrando com a morte de si mesmo e dos outros a cada instante.  Sim, aqueles que ela mais havia amado  havia morrido de alguma forma.  Assim, achou que saindo de casa e tomando um ar fresco talvez achasse um motivo a mais para viver. Seria como comprimir mais ainda uma dor já abafada,  companheira dor de rotina.

 Mas não satisfeita de ser a culpa de si mesmo ela torna-se a culpa do outro. Sim, a culpa dele. Quando ela se encontra com ele, percebe que seu esforço foi em vão porque ele, apesar de seu estado pérfido, não estava disposto a mudar os ares de suas vida. O que ele desejava era alguém para completar seu descontentamento, sua pequenez. E não mais uma pessoa pra causar perturbações e saídas repentinas de seu casulo. Foi ai que ela notou que alguém inerte não poderia acompanhar alguém em processo de metamorfose. Foi assim que ela o deixa mais uma vez. Agora sem esperança de voltar, nem ela sabia que já  havia desistido dele há tempos. E apenas queria uma confirmação, um sinal de que poderia abandonar o sonho de ser um com ele. 

Em sua casa, até mesmo as paredes já haviam notado que ela precisava fugir. Ela tinha o apoio de alguns e a relutância de outros, mas o que importava realmente para ela naquele momento era a reflexão afim de digerir a sua nova condição de vida.

 Ela se foi, e demoraria um tempo para que notassem a sua falta. Dias, meses talvez. Porque sua estada, pesar de ser significante, não traria uma rápida absorção do seu estilo de vida algoz. Apenas na dor, sendo um pouco mais restritivo, na dor da falta é quando poderiam notar que já era tarde demais investir.  Mas mesmo se investissem já era tarde demais para tentar.

A sua hora já havia passado, tão rápido como num estralar de dedos.

  Ninguém poderia saber porque, mas ela sabia que tudo isso era culpa do seu jeito veloz e inconstante de ser. Sua vida havia mudado rápido demais, tão rápido que ela lutava para diminuir a distancia dos fatos de sua consciência. E é assim que ela se vai, mas na certeza de que retornará sendo um remédio para as suas dores, e o afago nos dias frios, socorro  para seu desamparo.

Meu Corpo Fala

Posted in Uncategorized with tags , , , , , , , , on 27 de janeiro de 2010 by multicolorido

 

O corpo fala por si

 

Quando sentir saudade, seja por dor ou seja por vontade;

De me escutar mais uma vez ou despertar o que já não se esconde.

Não tenha medo pois meu corpo fala.

Minhas respostas são rápidas e não vacilam em se tornar nua em frente a grande platéia.

Seus olhos passam por mim e eu logo respondo aos seus questionamentos.

Simples de acontecer e não tarda.

È como um tiro certeiro.  E para você, basta apertar o gatilho.

Podem me faltar palavras, pois nem sempre são necessárias mesmo.

Se tocar na minha pele sentirá que ela se torna como uma flor,

minha pupila dilata,

minhas mãos criam vontade própria,

meus pés ficam rápidos, difíceis de controlar.

Meu coração… Há… o coração!

Esse dá um trabalho! Pequeno e complicado. Logo se adianta em todas as situações contigo.

Ele não tem medo, é impulsivo, enganoso e parece  não ter nada a perder.

Sai batendo de frente com qualquer que se opõe a sua bela opinião.

Não tem freios.

Manda sempre as frases erradas para a boca de uma forma tão veloz que nem deixa a mente processar a informação.

Sempre precisa ser tratado, sempre é teimoso.

Meu corpo ainda precisa te falar mais alguma coisa?

Para  um bom entendedor,

meio olhar basta.

A.P.C.B

 

Uma entrega pode custar uma vida

Posted in Uncategorized on 17 de junho de 2009 by multicolorido

Uma vida é um sonho, um desejo de alguém. Já somos o resultado de uma espera. Os céus já esperavam que nosas vidas fossem sopradas pelo Espírito e formadas pelo mover da sua voz.

 

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Um sonho firmado sobre a rocha é levado ao mais sublime resultado essencial de sua formação.

 

 

 

De fato fomos planejados, sonhados, almejados.

Passamos um bom tempo tentando nos convencer de que não somos uma esperança para alguém mas quando nos encontramos com a verdade somos convencidos pelo Pai da nossa real existência, tão importante para os que nos rodeiam.

De fato fomos planejados, sonhados, almejados.

De fato fomos planejados, sonhados, almejados.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Só Ele sabe o real valor de uma vida. Ele nos abraça, nos consola, nos aperta… E nos dá manhã maravilhosas e dias intensos!  Tudo isso porque Ele sabe o o valor que tem nossas vidas. E mesmo sendo visitados por ondas deste amor, não nos vemos imersos nos teus propósitos de existência.

Suas misericórdias se renovam a cada manhã.

Suas misericórdias se renovam a cada manhã.

Se somos um sonho, penso que como em tudo nessa vida… Somos um sonho bastante complexo. Nosso lar, nossos, amigos, familiares, líderes, tudo pra nos fazer feliz e encontrar com o Pai.  

 

 

Ele deseja que neste sonho haja um relacionamento.  Se somos o outro lado da aliança, sem um relacionamento íntimo e sincero  apenas somos mais um numa imensa massa de órfãos, pobres, cedos e nús.  

A entrega total de nossas vidas aos pés da cruz, como forma de arrepedendimento e esperança é que nos faz íntimos com o Pai. E rende muitos frutos. Frutos que também foram sonhados e que por ventura também fazem parte dos sonhos de Deus.

 

 

Eu sou um sonho. Sou um fruto. Sou uma resposta para alguém.

Posted in Uncategorized on 13 de maio de 2009 by multicolorido

Mudar quando sente falta nos faz pensar que somos um ser da falta.
Falta de tolerância, falta de paciência.
Falta de excrúpulos, falta de inteligência.
Quanto tempo falta pra consulta acabar doutor?
Minha úlcera já não me deixa pensar.
Tantos dias passando a fio em cima desse muro, que nem sei mais mudar de realidade.
Isso é grave doutor? Já posso voltar pra casa?
O casa seria reavaliado se o talvez eu soubesse q a sutilidade disso tudo está nas pequenas ações, sabe… aquelas que deixei de fazer há tempos.
As grandes coisas me impediram de realizar as tais coisas que pensei que seriam “insignificantes”.
Hoje volto pra casa com um filho dentro do ventre, uma úlcera no estômago e um inchasso na cabeça. Tudo isso por que tenho esperança de sobra no futuro, efeitos de uma mente corrompida e muitos qustionamentos sem resposta.
Esse problema não parece ter fim doutor!
Cada minuto que passa já não fazem a diferença. Entrei num complexo sistema criado para me manter bastante idiota por um longo período de tempo.
Isso quer dizer que terei uma vida bastante medíocre até eu cair na real.
E isso vai demorar doutor? quero ir já para casa.
Continuo cultivando minhas doenças, já estou acostumado com elas. Fazem parte de mim, e viver sem seria como se eu arracasse meu braços. Não serei esse ser doentio que busca prazer a todo custo e mesmo assim não encontra.
Acostumei a sentir  falta.
Só não aprendi ainda a viver de outra maneira. Um pouco mais digna.

Ser da falta.

Ser da falta.