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Princípio de Adoção

Posted in nação, oração with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 13 de agosto de 2009 by multicolorido

A realidade de Aliança proposta por Deus através de Jesus Cristo é de que somos Filhos  e Ele o nosso Pai. 

Mas como estamos vendo essa paternidade hoje?

Filhos ligados ao Pai

Filhos ligados ao Pai

 

  Uma realidade que muitas vezes não tomamos posse, tornando-nos órfãos de alguma maneira e procurando supostos “PAIS” para suprir o vazio existencial.  Crescemos muitas vezes sem uma figura paterna, e quando Ela está presente, não permitimos que essa figura seja de fato uma lente para ver a Deus. Nos curvamos as artifícios da vida moderna, nos entregamos e nos vendemos para qualquer pai que dá um ALÔ na esquina. Para qualquer coisa que inviabiliza a nossa relação íntima e sincera com o nosso Pai celestial. Pessoas que se tornam filhos da religiosidade, filhos da prostituição, filhos do engano, filhos da mentira, filhos desobediência. Indo mais próximo ainda, filhos da internet e da tv à cabo, filhos de tudo o que o mundo tem para oferecer. Assim, abortamos aquilo que Deus nos entregou à prióri  para sermos uma família em Cristo, um corpo.

Ele nos deu tantos Antônios, tantos Pedros, Joãos,  Gumercindos para aprendermos a nos relacionar com eles e sermos bons filhos.

Vamos relacionar com o profético para talvez darmos mais valor a isso.

Deus quer que haja uma concerto em nós ( noiva). Que haja um mover  sem fronteiras e que avancemos na promessas transgeracionais.   

Nós seremos PAIS de uma movimento apostólico. Para isso, temos que aprender a ser bons pais, sendo bons filhos.

O profético tem o poder de reposicionar dentro de um propósito. À propósito, o propósito é sempre estar no propósito de Deus, certo?  😉

Este é o canal de direcionamento : Jesus. Ele é o caminho de volta ao propósito, o Novo e Vivo Caminho. Ele é o próprio tabernáculo que nos leva ao Pai.

De fato não somos mais  escravos.

Assim, tomamos uma nova identidade: de filhos que servem por amor.

Se  há concerto, se há arrependimento, a igreja é viva. Isto é, precisamos antes de tudo  romper com métodos e não com a igreja.

Muitas vezes não entedemos quem somos e para onde vamos pois perdemos nossa identidade.

Sofremos tanto pois nos ternamos uma geração sem identidade.

Mas Deus precisa que entendamos que Ele é, para que entendamos quem nós somos.  

 

Tudo feito pelo Pai foi maravilhoso, e por mais que não entendemos isso na nossa realidade tão dura de aceitar… è porque muitas vezes o problema está nos olhos de qum vê, e principalemnte de quem faz. Não seguimos os princípior de Deus, não entregamos as coisas mais básicas para serem feitas em nosso cotidiano. Antes de tudo, ter essa postura é crêr piamente na verdade da cruz, na redenção de TODOS os pecados, na liberdade proposta por Cristo, no perdão, no amor  no arrependimento e na fé.

Porque estou tocando tanto nessa tecla?

Talvez não nos damos conta que O RELACIONAMENTO FAMILIAR PATERNO FUNDAMENTA NOSSA ESPIRITUALIDADE E AQUILO QUE ACREDITAMOS EM DEUS.

Deus colocou o Antônio na minha vida para que através do Antônio eu conseguisse entender como funciona esse relacionamento de filho para com o pai  e de pai para filho. Para que quando nós nos acregarmos ao Pai para me corresponder com Eles, isso fluisse da melhor maneira possível.

 

 

O grande probelma é que essas lentes (nossos pais) muitas vezes é distorcida, e nossa visão é afetada.  

 

 

Essa distoção nos leva a enxergar áreas ne nossas vidas distorcidas por essa visão afetada. E isso gera uma tendência natural de quando nos sentimos afetados – a ORFANDADE.

 

Mas quando abrimos nossos olhos para o nosso pai, abrimos nossos olhos para Deus.
Mas se julgarmos nossos pais nós caímos num ciclo de repetição bastante perigoso. O julgamento gera um ciclo de repetição!

Quando você mede, você se torna aquilo que mediu.
Muitos filhos dizem ” Não quro ser igual ao meu pai, pois ele é isso e aquilo outro”, é a mesma coisa de dizer ” Eu quero que aconteça de novo”.
Simples assim, é só julgar o seu pai e condená-lo que acontecerá de novo.
Uma medida prática é liberar perdão. Um perdão genuíno que brote do espírito, que faça anular qualquer raiz de amargura que ainda há dentro de você.
Por meio do perdão, Cristo nos leva ao Pai.

Isso realmente é muito sério.

Se paremos para pensar, o que nossos pais nos deram foi o melhor que ele tinha para nos oferecer.
Eel foi fruto de uma realidade machista, cultural, seja lá o quê… Que o tornou do jeito que ele foi com você. Ele te deu o melhor que ele podia dar. E mesmo que não concorde com isso, não cabe a nós julgá-lo, só nos cabe o perdão.

Um dia quando sentir de fazer isso aconselho:

_”Pai, me perdoe por eu ter guardado ressentimento, dor, ódio, rancor (o que sentir) e não ter te entendido.”

Seu pai com certeza vai vai poder experimentar da graça de Deus nesse seu ato.

Peça a Deus:

“-Senhor, me faça ver com os olhos da graça, a eliminar o cançês que eu deixei sobreviver por muito tempo dentro de mim. ”
A graça se manifesta pagando uma dívida impagável, pense nisso.

Estamos sendo desafiados a perdoar pela fé. E se não cairmos na graça, cairemos na Lei, e nela não temos escapatória.

Deus está nos chamando a primogenitura, e não podemos mais negociar isso. Ele sedeja nos adotar. E se continuarmos órfãos isso comprometerá nosso chamado ( de sermos seus filhos) – a primogenitura.

Entende a distorção?

Entende a distorção?

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